Por Cibele Silva
A arte se coloca perante todos com uma característica tão aberta e perfeita que se pode ligar estritamente e se envolver a qualquer coisa. Alterando nossas percepções, trabalhando nossa sensibilidade e nossos anseios, provocando a humanidade, aperfeiçoando o seu "comum" sem se desatualizar. A alternativa que a arte nos convida a compartilhar na era moderna estabelece um mínimo de interdisciplinaridade, pois a sua abrangência problematiza hoje em dia não só um plano específico ou personagem central que se destaca como ponto de fuga ou nos chama atenção pelas tonalidades ali manchadas ou pela perspectiva acentuada pelo peso e volume de suas formas. Para proporcionar ou propor novas maneiras de entender e sentir os espaços que nos cerca pela visão de outro ângulo, por um recorte de aprimoramento estético que nos deixe curiosos até os ossos.
Na contemporaneidade a arte se encontra livre para ir além dos limites dos conhecimentos imanente obrigados por uma regra que a aprisionou por muito tempo em conceitos a sua trajetória. Conceitos esses, até necessários para conceber a sua fragilidade perante de algo espirituosamente nobre. Como modelo dessa arbitrariedade do tempo em benefício da arte, as afrontas neo-reflexivas de Duchamp, ao aprisionar em um frasco de perfume o ar de Paris, as perturbações sonhadoras de Salvador Dalí, trazendo-nos uma nova proposta de se refletir a geofísica das coisas e dos seres, se elevando nos desertos da imaginação monólitos surreais de suas vontades e amores como uma insistência da memória.
Agora desde a era moderna, precisamos contar com a participação pública, onde a cidade é a base para o trabalho. As pessoas passam anos sem reverem seus conceitos, opiniões e acaba que tudo fica meio repetitivo e monótono, falta um pouco a sociedade ver que ela é espelho, não janela para a arte, e acaba se refletindo os problemas dessa sociedade carrancuda para os artistas e seus estilos novos de arte.
A arte se coloca perante todos com uma característica tão aberta e perfeita que se pode ligar estritamente e se envolver a qualquer coisa. Alterando nossas percepções, trabalhando nossa sensibilidade e nossos anseios, provocando a humanidade, aperfeiçoando o seu "comum" sem se desatualizar. A alternativa que a arte nos convida a compartilhar na era moderna estabelece um mínimo de interdisciplinaridade, pois a sua abrangência problematiza hoje em dia não só um plano específico ou personagem central que se destaca como ponto de fuga ou nos chama atenção pelas tonalidades ali manchadas ou pela perspectiva acentuada pelo peso e volume de suas formas. Para proporcionar ou propor novas maneiras de entender e sentir os espaços que nos cerca pela visão de outro ângulo, por um recorte de aprimoramento estético que nos deixe curiosos até os ossos.
Na contemporaneidade a arte se encontra livre para ir além dos limites dos conhecimentos imanente obrigados por uma regra que a aprisionou por muito tempo em conceitos a sua trajetória. Conceitos esses, até necessários para conceber a sua fragilidade perante de algo espirituosamente nobre. Como modelo dessa arbitrariedade do tempo em benefício da arte, as afrontas neo-reflexivas de Duchamp, ao aprisionar em um frasco de perfume o ar de Paris, as perturbações sonhadoras de Salvador Dalí, trazendo-nos uma nova proposta de se refletir a geofísica das coisas e dos seres, se elevando nos desertos da imaginação monólitos surreais de suas vontades e amores como uma insistência da memória.
Agora desde a era moderna, precisamos contar com a participação pública, onde a cidade é a base para o trabalho. As pessoas passam anos sem reverem seus conceitos, opiniões e acaba que tudo fica meio repetitivo e monótono, falta um pouco a sociedade ver que ela é espelho, não janela para a arte, e acaba se refletindo os problemas dessa sociedade carrancuda para os artistas e seus estilos novos de arte.
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